Faturamento TISS sem dor de cabeça: erros comuns e como evitá-los
Grande parte das glosas em convênios não vem de fraude ou má-fé — vem de erro operacional repetido: guia preenchida incorretamente, código de procedimento desatualizado, ou falta de anexo obrigatório.
Um dos erros mais comuns é o descompasso entre o que foi registrado no prontuário e o que foi faturado na guia TISS. Quando esses dois processos são manuais e separados, pequenas divergências se acumulam mês após mês.
Outro ponto recorrente é a desatualização das tabelas de procedimentos e pacotes de cada convênio. Regras mudam, e um sistema que não atualiza automaticamente obriga a equipe a lembrar disso manualmente — o que, cedo ou tarde, falha.
Automatizar a geração da guia TISS a partir do próprio atendimento clínico elimina boa parte da divergência: o que foi feito no consultório é o que vai para o faturamento, sem reescrita manual no meio do caminho.
O ganho não é só menos glosa — é também visibilidade: relatórios que mostram quais convênios mais glosam, e por qual motivo, permitem corrigir a causa em vez de só recorrer a glosa depois que ela já aconteceu.
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